Erro por tentar ou talvez por não tentar direito. Penso uma coisa e escrevo outra coisa completamente diferente. Post retrasado prometi mudar isso aqui e começar a postar coisas mais felizes, mas não consegui. Sou uma errante pós graduada, eu sei.
Me considero uma boa amiga, sabe? Consigo escutar, me ponho no lugar de quem eu prezo como pessoa.
Também sou uma boa filha. Não desrespeito, não saio sem avisar, não me entrego a nenhum vício.E sou uma boa namorada. Meu pensamento só está em um cara, e nunca discutimos como um casal "normal". Preferimos conversar e esclarecer tudo sempre.
Ainda sim, não sou perfeita. Continuo errando, e errando, e errando...
Faz parte da vida errar. Pelo menos eu noto meus erros. O problema mais sério é não saber encará-los, lidar com eles.
Bem, como faz tempo que eu não apareço por aqui, vou deixando duas coisinhas. A primeira fiz para meu namorado, o Douglas, um pseudo-poema ao notar que não estava dando o carinho que ele merecia. Mas aprendi minha lição. u.u'/
Quem me conhece, não vai acreditar que fui eu quem escreveu. Sim, estou me tornando uma "menina". (y) Cedo ou tarde tinha que começar a aceitar o fato de eu ter uma vagina, não é?
Só estou postando por ele ter permitido. E sim, estou apaixonada. (y)
E o segundo texto, é apenas mais um devaneio de minha mente insana. Bem a minha cara, logo vão entender o motivo. XD''
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Confesso que não estou buscando.
Confesso que não estou entendendo.Confesso que estou distante.Confesso que preciso ver.Confesso que me sinto paralítica.Confesso que estou impaciente.Confesso que ando sensível demais.Confesso que sou infantil demais.Confesso que estou cansada...Confesso também que preciso de um empurrãozinho para abrir os olhos.Preciso amar sem medo de errar.Preciso não esperar nada em troca.Preciso aprender a surpreender.Preciso me importar quando menos precisam.
Porque..."Ainda que eu falasseA língua dos homensE falasse a língua dos anjosSem amor, eu nada seria..."
Confesso, por fimQue preciso aumentar minha cota de "eu te amo's".--
Seis anos, uma bela idade. Ele caminhava pelo parquinho com passos apressados, tudo era tão imenso perto dele. Ele olhava para os gigantes presentes e tentava entender porque não tinha um gigante só dele. Seu senso crítico havia aflorado cedo demais, tanto que avaliava o comportamento dos que estavam ali.
Um homem gritando com uma criança. A criança chorava.
Uma mulher batendo em uma criança. A criança chorava.
Um jovem puxando a orelha de uma criança. A criança chorava.
E um senhor sem atormentar criança alguma, apenas observava.
Adultos pareciam monstros. Tentava encarar algum, mas só via bicho papão. Sentia medo. Mas por algum motivo inexplicável, não sentia medo do velho solitário. "Quer ser meu gigante?", o menor perguntou. O velho sem acreditar, apenas sorriu terno, assentindo com a cabeça. Levou-o para casa.
E adivinha quem era o verdadeiro bicho papão?
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Aos quinze anos, a criança conseguiu fugir, deixando para trás um corpo estendido e sem vida. A criança chorava.